SEMANA DA PÁSCOA

S7300034Em comemoração a Semana da Páscoa, a Escola Municipal Otília de F. Costa desenvolveu uma série de atividades especiais. Integrando alunos, professores, funcionários , os trabalhos apresentados tiveram como objetivo primordial explanar o real significado da Páscoa e suas implicações para a sociedade moderna.
As apresentações teatrais e musicais apelaram para a conscientização da comunidade diante da data e de sua importância para toda a cristandade.


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O DIA DO JORNALISTA

Dia do Jornalista A profissão de jornalista é muito desgastante e de muita responsabilidade. Uma palavra que têm uma bela sinonímia, a ética o jornalista deve abraçá-la de vez, já nos bancos da instituição acadêmica. Jornalismo se faz por amor e com responsabilidade. Jornalista é a pessoa ou profissional que exerce atividade jornalística como redator, repórter, fotógrafo, editor, apresentador entre outras. O jornalista deve ser eclético, visto que a profissão exige isso do profissional. Ele tem que ser clínico geral, já que a área do jornalismo é vasta. O dia do jornalista já foi comemorado em várias datas. No dia 24 de janeiro por ocasião da data do padroeiro da profissão, São Francisco de Sales (bispo e doutor da Igreja Católica) para homenagear os profissionais do jornalismo. O dia 29 de janeiro tem uma particularidade e faz parte da história do Brasil, a data, de longe, mais citada nos calendários comemorativos brasileiros, mas ao mesmo tempo, a que menos tem referências à sua criação. As informações vão desde uma homenagem ao jornalista e abolicionista José do Patrocínio falecido em 1905, até se tornando uma data eminentemente católica. No dia 16 de abril comemora-se o dia do repórter como na definição acima, trata-se de um profissional do jornalismo, por tabela poderíamos afirmar ser dia do jornalista também. Lá pelos idos de 1830 quando do assassinato de um jornalista no mês de abril do citado ano - foi instituído pela Associação Brasileira de Imprensa o dia do jornalista em homenagem a João Batista Líbero Badaró, médico e jornalista, que morreu assassinado por inimigos políticos, em São Paulo, em 22 de novembro de 1830. Com essas informações o dia do jornalista fica assoberbado por diversas e diferentes nuances. Essa cronologia para que fique guardada em nossas memórias tiveram aspectos históricos e importantes para culminar com um dia certo para homenagem ao jornalista brasileiro.

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ABERTURA DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE EM PIANCÓ

campanha-da-fraternidade-2009Inicia-se, nesta Quaresma, a 47ª edição da Campanha da Fraternidade (CF), promovida pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). O tema deste ano é “Fraternidade e segurança pública”, e o lema “A paz é fruto da justiça” (Isaías 32, 17). Segundo o documento da CF, entre os objetivos se destacam “suscitar o debate sobre segurança pública e contribuir para a promoção da cultura de paz; denunciar os crimes contra a ética, a economia e as gestões públicas, assim como a injustiça presente nos institutos de prisão especial, do foro privilegiado e da imunidade parlamentar para crimes comuns; favorecer a articulação de redes populares e de políticas públicas com vistas à superação da violência; apoiar as políticas governamentais valorizadoras dos direitos humanos”. A CNBB aponta três tipos de violência predominantes no Brasil: a estrutural, que nega cidadania a uma parcela da população e discrimina os “diferentes”; a física, como a tortura, a agressão à mulher, a exploração laboral e sexual de crianças; e a simbólica, através de ameaças e constrangimentos, negação de informação e disseminação da cultura do medo. A violência não reside apenas em agressões evidentes. Ela se imiscui até mesmo no nosso modo de pensar e falar, no discurso que considera a paz resultado do equilíbrio de forças (”mais cadeias, mais repressão”) e não fruto da justiça. Há ainda a violência da mídia que invade os lares com programas pornográficos, exaltando a imbecilidade, a ociosidade vadia, o sucesso e a fama dos que transgridem as leis. A CNBB propõe que o tema da segurança pública seja debatido em escolas, igrejas, fóruns, mídias. Sugere que se promova o diálogo com o poder público para a elaboração de programas, leis e políticas de segurança; que sejam organizados atos públicos em favor do tema; criem-se comissões de justiça e paz e de direitos humanos que possam acompanhar casos de violação desses mesmos direitos; denuncie e combata-se toda forma de trabalho escravo, de tráfico de pessoas, de exploração sexual, de violência doméstica.

Na prática de Jesus, três atitudes antiviolência se destacam: a humildade (fazer-se criança, Mateus 18, 4); o amor aos pobres e excluídos (Mateus 18,10 e 25, 31-40); o perdão (Mateus 18, 22). E o programa de justiça, capaz de engendrar a paz, contido no Sermão da Montanha (as bem-aventuranças Mateus 5, 1-12).


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DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL

Livro infantil é a obra escrita, ilustradas ou não, lida e apreciada pelas crianças. Geralmente, as histórias desses livros são inspiradas nas lendas e tradições do folclore dos povos, como os clássicos da literatura mundial, mas há também livros apenas ilustrados, sem texto. Esses livros podem ter, ainda, caráter didático ou apenas lúdico. Cada escritor deixou sua marca na literatura infantil. Esopo ficou célebre na Grécia em razão de suas fábulas: a cigarra e a formiga, a tartaruga e a lebre, a raposa e as uvas etc. Jean de La Fontaine, autor francês, reescreveu as fábulas de Esopo e o lobo e o cordeiro, o leão e o rato etc. O francês Charles Perrault também escreveu contos inesquecíveis: O gato de botas, a Bela Adormecida, O Pequeno Polegar.cabril03 Os contos dos irmãos alemães Jacob e Wilhelm Grimm fascinam o mundo infantil até hoje. Os mais famosos são: Branca de Neve e os sete anões, Chapeuzinho Vermelho, João e Maria, Rapunzel.

O dia 2 de abril é festejado em mais de sessenta países, em razão do nascimento, em 1805, do poeta e novelista Hans Christian Andersen, na Dinamarca. Cabe a ele o honroso título de "criador da literatura infantil internacional". Ao acrescentar o elemento lúdico às suas histórias, como bichos e objetos falantes, ele mudou o rumo da literatura infantil. Embora fosse de origem pobre, isso não constituiu uma barreira para que se tornasse o mais conhecido escritor dinamarquês, com livros que até hoje encantam as crianças do mundo inteiro. Sua vida literária começou com sua primeira poesia: O Menino Moribundo. Depois sua obra se estendeu aos clássicos infantis, consagrados em todo o mundo, como: A vendedora de fósforos, A pequena sereia, A roupa nova do rei, O patinho feio, O saldadinho de chumbo, O rouxinol.monteirolobato_livros Há escritores brasileiros que contribuíram muito para a literatura infantil, como Monteiro Lobato e Vicente Guimarães. O primeiro, nascido em 1882, criou a famosa boneca Emília e contou suas aventuras nas obras Reinações de Narizinho, Viagem ao céu, O saci, Caçadas de Pedrinho, Serões de dona Benta, O pica-pau amarelo etc. cheias da riqueza de nossas lendas e do nosso folclore. Pela importância de sua obra, o Brasil adotou a data de seu nascimento - 18 de abril - para festejar nacionalmente o livro infantil: (ver p.159).

O segundo autor era tio de Guimarães Rosa; adotou a linha "cristã e otimista", confirmando no Brasil inteiro o apreço e carinho por sua obra. É dele o livro Vovô Felício, que identifica seu propósito de tratar cada criança como "seu próprio netinho".

Existem não menos famosos escritores brasileiros como: Maria Clara Machado, cujos textos são lidos e encenados nos palcos dos teatros pelas crianças - o mais conhecido, sem dúvida, é Pluft, o fantasminha -, Maria José Dupré, Francisco Marins, os poetas Manuel Bandeira, Henriqueta Lisboa, Cecília Meireles e Vinícius de Moraes, Orígenes Lessa, Tatiana Belinky, Lygia Bojunga Nunes (Angélica, A bolsa amarela, O sofá estampado), Ziraldo (O menino maluquinho, Rolim), Ruth Rocha (Marcelo, marmelo, martelo, Faca sem ponta, galinha sem pé) Ana Maria Machado (O tesouro da raposa, Mico Maneco), Sylvia Orthof (Maria-vai-com-as-outras, Pomba Colomba), Pedro Bandeira (A droga da obediência, o fantástico mundo de feiurinha), entre outros.

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Abolição da Escravidão Indígena

observando alguns sites em que apresentam o dia primeiro de abril de 1680 como o Dia da Abolição da Escravidão Indígena. Historicamente, nesta data, o rei de Portugal publicou mais uma lei que acabava com o cativeiro dos índios no Brasil. Verificando a opinião do professor José Ribamar Bessa Freire, a lei foi mais uma das mentirinhas de 1.º de abril e fez parte da luta entre colonos e jesuítas pelo controle da mão-de-obra nativa.
Continuando a leitura José Ribamar, do Programa de Estudo de Povos Indígenas da Uerj (Pró-Índio), a abolição da escravidão indígena ocorreu somente de forma definitiva depois, por iniciativa do marquês de Pombal. Primeiro, por lei de 6 de junho de 1755, válida para o Estado do Grão-Pará e Maranhão. Depois, em 1758, a medida foi ampliada por alvará para o Estado do Brasil.

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Considerar a lei de 1680 como a da abolição da escravidão indígena é, no mínimo, um erro de leitura. José Ribamar explicou que o texto da lei proibia a escravização de novos índios, mas não libertava os cativos adquiridos antes de sua promulgação.
Por isso, para Bessa, não pareceu ser por acaso que a lei tenha sido assinada no dia 1.º de abril:
- Foi primeiro de abril, mesmo! Em primeiro lugar, a lei não entrou em vigência. Se entrasse, não acabava com a escravidão. Ela funcionava um pouco como a Lei do Ventre Livre. Apenas on-line (na linguagem de hoje).
O professor José Ribamar explicou que as idas e vindas da legislação, ao longo de todo século XVII, resultaram da luta entre jesuítas e colonos pelo controle da mão-de-obra indígena, tanto a que estava reunida nas repartições, quanto a que estava aprisionada nas chamadas guerras justas.
Para Bessa, a participação dos jesuítas neste debate acabou levando o público em geral a ver os padres daquele período como defensores da liberdade indígena. Apesar das condições de trabalho nas propriedades das ordens serem bem superiores que nas dos colonos, não era verdade que as os religiosos estivessem lutando pela liberdade dos nativos, como declarou o professor:
- Na verdade, o que (o padre Antônio) Vieira estava pedindo (com a lei de 1680) não era a liberdade dos índios. Era o controle dos jesuítas sobre os chamados índios livres. Tanto que, quando saiu o regimento do resgate, os jesuítas passaram a fazer parte de suas tropas. Isso caracteriza bem que, na verdade, eles não estavam lutando pela libertação dos indígenas.
Os nativos sob controle dos jesuítas, bem como de outras ordens religiosas, seriam empregados em suas propriedades, gerando recursos para financiar as atividades da Companhia de Jesus.
O professor explica que no Grão-Pará, como em outras partes da colônia, a posse de terra não significava nada. O importante era ter a mão-de-obra necessária para torná-la produtiva.

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